Maré de Transgressões: um diálogo entre a Educação Patrimonial e a Educação Básica

Por Marcus Vieira

Isso aqui é comunidade?, pergunta preocupado o motorista de aplicativo ao entrar na rua onde está localizado o Museu da Maré. Pensei o quanto a vulnerabilidade à violência no Rio de Janeiro impede a população de ampliar a visão de favela e compreender que ali é um lugar de culturas e de memórias. (…)

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Por linhas e nós. Miradas para o vestido de Maria Bonita do Museu Histórico Nacional

Por Ana Lourdes Costa

Ao longo de quase três anos, estive em contato com um vestido de Maria Bonita, mulher, nordestina, sertaneja, ao mesmo tempo personagem histórica e mitificada como símbolo do Cangaço do século XX. (…)

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“Olhos de ver: sobre labirintos e dédalos”

Por Carina Martins

Estou em casa há mais de um ano e meio. É uma situação única em nossas vidas em que fomos convidados e obrigados a morar dentro de nós mesmos. Reconhecer o corpo como território original, singular, sagrado. E a partir das fronteiras de proteção exigidas pela pandemia, na distância que cada um/a de nós delimita para sua segurança e dos outros, aprendemos a reexistir.(…)

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Bay Xeká: memórias de uma exposição polifônica

Por Carina Martins

Em outubro de 1998, foi inaugurada a exposição “Bay Xeká: os índios Maxakalis”, com duração de 11 dias em um shopping popular da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Era uma proposta do Setor de Arqueoastronomia e Etnologia Americana de extrapolar os muros da UFJF, do qual fazia parte como estagiária voluntária há três anos. Tinha sido convidada pelo Prof. Franz Hochleitner em uma visita que fiz com minha amiga Adriana, quando cursávamos o Ensino Médio. Aceitamos.

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