Monumentos femininos em papel, por Joaquim Manuel de Macedo

Por Aline Montenegro Magalhães

Assistimos recentemente a diversos movimentos de contestação a estátuas de personalidades históricas com biografias marcadas pela atuação violenta e opressora, no passado colonial e escravista. Como esse passado ainda não foi superado, e torna-se ainda mais presente em momentos de crise, (…)”

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Artes-manuais: um ativismo com as mãos

Por Paula Martins

Formei-me em Letras em 1995. Como bell hooks, nunca quis ser professora; queria ser escritora. Mas a vida dá as suas voltas e ocupei o espaço da sala de aula apaixonada e ininterruptamente até 2013, quando me vi cercada por práticas que, em sua maioria, reproduziam rituais de controle e cuja essência era a dominação e o exercício injusto do poder. Estava infeliz.

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De cacos, poesia e sonhos

Por Aline Montenegro Magalhães e Carina Martins

“Já não coleciono selos. O mundo me enquizila.
Tem países demais, geografias demais.
Desisto.
Nunca chegaria a ter um álbum igual ao do Dr. Grisolia,
orgulho da cidade. (…)”

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Avenida Barão de Tefé, 75 – Impasses na materialização da memória negra da região portuária

Por Luz Stella Rodríguez Cáceres

Em maio de 2012 arqueólogos encontraram o que seria a pedra fundamental do Armazém das Docas Dom Pedro II. Lavrada em 15 de setembro de 1871, ela mede um pouco mais de um metro e pesa cerca de duas toneladas. O bloco de granito enterrado na esquina das ruas Barão de Tefé e Sacadura Cabral é um registro histórico de uma época em que o porto era muito importante para a cidade do Rio de Janeiro.

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